Ponte de evidências
Esta alegação resiste a uma leitura segundo a Torah: “o golpe cristão do nascimento virginal de Jesus”?
O leitor deve conseguir avaliar a alegação sobre o nascimento virginal a partir do relato dos Evangelhos como evidência adversa, da regra controladora da Torah e dos fatos textuais de Isaías 7, sem depender de autoridade denominacional nem de slogans contramissionários.
O que este artigo estabeleceu
Isaías 7 oferece a Acaz um sinal durante a crise siro-efraimita. O hebraico ‘almah não significa por si só “virgem”, e a cronologia da criança funciona dentro da crise imediata de Acaz. O uso de Mateus pode ser defendido como tipologia ou cumprimento mais amplo, mas não como o sentido simples que Isaías estabelece por si mesmo.
- A doutrina do nascimento virginal em Mateus não é estabelecida pelo hebraico nem pelo contexto imediato de Isaías 7:14. Uma leitura tipológica cristã é uma reutilização teológica posterior, não o peshat evidente do versículo.
A pergunta que continua aberta
As citações, alegações de cumprimento e argumentos messiânicos de Mateus resistem à comparação com o texto hebraico quando o sentido original de Isaías 7 continua controlando o teste?
Por que este livro é o próximo passo
Este livro é o próximo passo porque examina as citações, alegações de cumprimento e argumentos messiânicos de Mateus contra o texto hebraico. Ele amplia exatamente o problema metodológico exposto em Isaías 7:14.
Para examinar o uso mais amplo da Bíblia Hebraica em Mateus, continue com THE GOSPEL OF MATTHEW UNDER THE TORAH TEST.
