Ponte de evidências
Portão 2: Ordem de autoridade Uma religião posterior pode revogar a revelação pública dada no Sinai a uma nação inteira?
O leitor precisa de um veredito delimitado que considere a aliança pública do Sinai, as regras contra acrescentar e retirar, os testes de profetas e a alegação posterior proposta.
O que este artigo estabeleceu
A própria Torá autoriza profetas posteriores, mas também ensina Israel a testá-los. Isso estabelece a ordem de autoridade: revelação posterior pode esclarecer e aplicar o Sinai; não pode simplesmente reverter a aliança pública e depois invocar a própria autoridade como prova.
- Verificado: a Torá autoriza profetas posteriores.
- Verificado: a Torá também submete profetas posteriores e alegações religiosas a controles prévios da aliança.
- Possível: revelação posterior pode esclarecer, aplicar e cumprir revelação anterior.
- Falha no Portão 2: uma alegação posterior que revoga o Sinai apelando apenas para sua própria autoridade posterior.
A questão que ainda permanece
O método produz o mesmo resultado ao testar outras alegações religiosas por texto, contexto, aliança, resultado profético e ônus da prova?
Por que este livro é o próximo passo
The Frans Hansen Seven Gate Torah Verification System é a continuação adequada. O livro incorpora a ordem de autoridade a um método completo que mantém a revelação pública do Sinai como controle anterior.
Para aprofundar essa questão, continue com The Frans Hansen Seven Gate Torah Verification System.
