Ponte de evidências

Portão 3: Acessibilidade pública Israel poderia ter conhecido esse significado pela própria Bíblia Hebraica antes do surgimento do cristianismo?

O leitor precisa de um veredito delimitado que considere a aliança pública do Sinai, as regras contra acrescentar e retirar, os testes para profetas e a alegação posterior proposta.

O que este artigo estabeleceu

Nem toda profecia precisava ser óbvia com antecedência, mas uma religião posterior não pode exigir que Israel aceite uma doutrina que reverte a Torá enquanto admite que essa doutrina não estava disponível na própria Bíblia Hebraica. A revelação pública precisa continuar publicamente testável.

  • Verificado: a Torá é apresentada como publicamente transmitida e suficientemente acessível para a obediência à aliança.
  • Verificado: a Torá fornece a Israel critérios para avaliar profetas posteriores.
  • Possível: alguns sentidos proféticos ficam mais claros em retrospecto.
  • Falha no Portão 3: uma doutrina posterior obrigatória que não pode ser encontrada nem autorizada na revelação anterior e depois culpa Israel por não aceitá-la.

A questão que ainda permanece

O mesmo resultado permanece quando outras alegações religiosas são testadas por texto, contexto, aliança, resultado profético e ônus da prova sob os controles públicos do Sinai?

Por que este livro é o próximo passo

The Frans Hansen Seven Gate Torah Verification System é a continuação adequada. O livro integra a acessibilidade pública a um método de sete portões que mantém revelação e obrigação verificáveis.

Para aprofundar essa questão, continue com The Frans Hansen Seven Gate Torah Verification System.