Ponte de evidências
Sinai e Sião em Hebreus 12: contraste ou revogação?
Distinga o contraste teológico de Hebreus entre Sinai e a Sião celestial de uma declaração jurídica da Torá que revogasse a aliança do Sinai.
O que este artigo estabeleceu
Hebreus 12 contrapõe a cena aterradora do Sinai à Sião celestial, à assembleia da nova aliança e a Jesus, o mediador. Esse contraste é central para a teologia de Hebreus. Contraste, porém, não equivale a uma declaração da Torá de que a aliança do Sinai foi revogada.
- Verificado: Hebreus 12 contrasta Sinai com a Sião celestial e a assembleia da nova aliança.
- Verificado: a própria Torá não apresenta Sinai como uma revelação fracassada ou revogada.
- Verificado: os Profetas podem ligar Sião à Torá, em vez de opor Sião à Torá.
- Possível teologia cristã: Sião cumpre e supera a administração anterior da aliança do Sinai.
- Não sustentado apenas pela Torá e por Jeremias: a alegação de que a aliança do Sinai foi juridicamente revogada porque Hebreus contrasta os dois montes.
A questão que ainda permanece
O caso mais amplo de Hebreus permanece quando Jeremias 31, as regras da Torá sobre sacerdócio e expiação e os parceiros nomeados da aliança continuam determinantes?
Por que este livro é o próximo passo
Este livro amplia o contraste entre Sinai e Sião para testar a aliança superior, o sacerdócio e a expiação dentro das regras da própria Torá.
Para levar esta investigação ao campo mais amplo, consulte THE EPISTLE TO THE HEBREWS VS. THE HEBREW BIBLE. Este livro amplia o contraste entre Sinai e Sião para testar a aliança superior, o sacerdócio e a expiação dentro das regras da própria Torá.
