Ponte de evidências
Se toda revelação posterior pode reescrever a anterior, o que impede que a religião se torne uma cadeia interminável de revelações que substituem umas às outras?
O objetivo é formular com justiça a possibilidade de revelação posterior, controlar os testes da Torá e chegar a um veredito metodológico limitado.
O que este artigo estabeleceu
A Torá não proíbe toda mensagem profética posterior; ela fornece testes estáveis para alegações posteriores. Se uma nova revelação pode descartar as regras da aliança anterior sempre que houver conflito, o sistema não tem freio externo. Toda contradição pode ser rebatizada como cumprimento.
- Verificado: a Torá prevê alegações proféticas posteriores e fornece testes para elas.
- Verificado: sinais não anulam o teste de lealdade de Deuteronômio 13.
- Razoável: ensino posterior pode esclarecer ou aplicar revelação anterior sem contradição.
- Não fundamentado: “a revelação posterior pode reescrever a regra anterior porque a própria revelação posterior assim o afirma”.
- Metodologicamente instável: qualquer sistema em que todo pretendente posterior possa cancelar o padrão anterior de verificação.
A questão que ainda permanece
O que sobrevive quando alegações religiosas são testadas por texto, contexto, aliança, resultado profético e ônus da prova sob a revelação pública do Sinai e a continuidade da aliança?
Por que este livro é o próximo passo
The Frans Hansen Seven Gate Torah Verification System é a continuação adequada. O livro transforma os testes estáveis da Torá em um método completo para impedir uma cadeia de revelações autorreferentes e autoanuladoras.
Para aprofundar essa questão, continue com The Frans Hansen Seven Gate Torah Verification System.
