Ponte de evidências
Se pedidos dirigidos a Jesus são automaticamente chamados de oração, qual categoria grega e judaica prova essa equivalência?
Distinga pedidos feitos a uma pessoa fisicamente presente da invocação religiosa e compare ambos com o padrão da Torá de invocar Hashem.
O que este artigo estabeleceu
Pessoas fizeram pedidos a Jesus enquanto ele estava fisicamente presente; isso, por si só, não é mais automaticamente oração do que pedir algo a qualquer mestre ou rei. Invocar o Jesus exaltado pertence a outra categoria. O vocabulário grego, o contexto e o padrão da Torá de invocar Hashem devem permanecer distintos.
- Verificado: pedidos podem ser feitos a seres humanos sem constituir oração divina.
- Verificado: súplicas dos Evangelhos dirigidas ao Jesus fisicamente presente não se tornam oração apenas porque ele as recebe.
- Evidência mais forte de invocação semelhante à oração: apelos posteriores à ressurreição, como Atos 7:59.
- Possível conclusão cristã: o movimento primitivo dirigia invocação religiosa a Jesus.
- Não sustentado: “Alguém pediu algo a Jesus; portanto, essa pessoa orou a Deus.”
A questão que ainda permanece
A alegação mais ampla se sustenta quando categorias religiosas gregas são comparadas com o vocabulário hebraico de culto, serviço e invocação?
Por que este livro é o próximo passo
Este livro amplia a distinção entre pedido e oração para examinar como categorias gregas reformulam conceitos religiosos hebraicos.
Para levar esta investigação ao campo mais amplo, consulte Hebrew Words, Greek Religion: The Greek Testament Under Torah's Court. Este livro amplia a distinção entre pedido e oração para examinar como categorias gregas reformulam conceitos religiosos hebraicos.
