Ponte de evidências
Orar “em nome de Jesus” é uma forma de oração da Torá ou uma nova regra de mediação que a Torá nunca deu?
O objetivo é formular com justiça a prática cristã, controlar o testemunho do Tanakh sobre oração e mediação, reconhecer a intercessão humana e chegar a um veredito limitado.
O que este artigo estabeleceu
O Tanakh apresenta repetidamente a oração como fala direta dirigida a Hashem. A exigência do Novo Testamento de pedir em nome de Jesus pode ser uma prática cristã internamente coerente, mas a Torá nunca dá a Israel essa regra de mediação.
- Verificado: o Tanakh dirige repetidamente a oração a Hashem e O apresenta como Aquele que ouve a oração.
- Verificado: o Tanakh contém intercessão humana.
- Verificado: o Novo Testamento introduz linguagem de oração especificamente ligada ao nome de Jesus.
- Não fundamentado na Torá: que Israel tenha recebido ordem de orar por meio do nome do Messias.
- Possível somente após aceitar autoridade cristã posterior: tratar a regra de mediação de Jesus como divinamente autorizada.
A questão que ainda permanece
A alegação mais ampla de autoridade dos Evangelhos resiste quando é testada sob jurisdição estável da Torá, primeiro a jurisdição e depois as evidências?
Por que este livro é o próximo passo
Court Case Jesus: A Torah-Jurisdiction Audit of Gospel Authority Claims é a continuação adequada. O livro audita alegações de autoridade dos Evangelhos sob jurisdição da Torá, incluindo a nova regra de mediação atribuída a Jesus.
Para aprofundar essa questão, continue com Court Case Jesus: A Torah-Jurisdiction Audit of Gospel Authority Claims.
