Ponte de evidências
A “revelação progressiva” continua sendo revelação se a mensagem posterior contradiz o fundamento que a autenticou?
O objetivo é formular com justiça a alegação cristã, controlar os testes anteriores da Torá, reconhecer o que revelação posterior pode fazer e chegar a um veredito limitado.
O que este artigo estabeleceu
Revelação posterior pode esclarecer ou aprofundar o que veio antes. Deuteronômio, porém, dá a Israel testes estáveis: aliança pública, proibição de acrescentar e teste do profeta. Chamar uma contradição de “progressiva” não responde se a alegação posterior tem autoridade para reverter o fundamento que autentica a revelação.
- Verificado: a Torá prevê profetas posteriores.
- Verificado: a Torá também impõe limites e testes estáveis a alegações religiosas posteriores.
- Possível: revelação posterior pode esclarecer, aplicar ou desenvolver implicações coerentes com o fundamento.
- Não fundamentado: usar o rótulo “revelação progressiva” como prova de que uma contradição aparente não é contradição.
- Contradito como método: qualquer regra que permita a um pretendente posterior descartar os próprios testes pelos quais pretendentes posteriores são julgados.
A questão que ainda permanece
O argumento permanece sustentável quando alegações religiosas são testadas por texto, contexto, aliança, resultado profético e ônus da prova sob o controle do Sinai?
Por que este livro é o próximo passo
The Frans Hansen Seven Gate Torah Verification System é a continuação adequada. O livro transforma os testes de revelação, continuidade da aliança e autoridade em um método completo de sete portões.
Para aprofundar essa questão, continue com The Frans Hansen Seven Gate Torah Verification System.
