Ponte de evidências
O que João 5 estabelece ao dizer que Jesus nada pode fazer por si mesmo e cumpre a vontade de quem o enviou?
Avalie a autoridade extraordinária de Jesus em João 5 sem apagar a dependência, a missão recebida e a distinção entre aquele que envia e o enviado.
O que este artigo estabeleceu
João 5 atribui autoridade extraordinária a Jesus, ao mesmo tempo que o apresenta repetidamente como enviado, dependente e alinhado com a vontade do Pai. A teologia trinitária pode explicar isso pela missão encarnada do Filho e por sua unidade com o Pai, mas a passagem não apaga a distinção entre aquele que envia e o enviado.
- Verificado: João 5 atribui autoridade excepcional a Jesus.
- Verificado: também o apresenta como enviado, dependente e alinhado com a vontade do Pai.
- Síntese trinitária possível: o Filho é igual em essência, mas subordinado em sua missão encarnada.
- Não declarado pelo próprio João 5: a terminologia posterior de essência e pessoa usada para conciliar os dados.
- Não sustentado: usar as alegações elevadas para apagar a distinção entre aquele que envia e o enviado.
A questão que ainda permanece
A cristologia de João permanece coerente com as categorias do Tanakh sobre Deus, agência, culto e aliança quando a distinção entre aquele que envia e o enviado continua sob controle?
Por que este livro é o próximo passo
Este livro amplia a relação de dependência e missão em João 5 para testar as alegações teológicas do Evangelho segundo uma leitura do Tanakh que parte do contexto.
Para levar esta investigação ao campo mais amplo, consulte THE GOSPEL OF JOHN VS. THE HEBREW BIBLE. Este livro amplia a relação de dependência e missão em João 5 para testar as alegações teológicas do Evangelho segundo uma leitura do Tanakh que parte do contexto.
