Ponte de evidências
Marcos 12:29 e o Shemá: revelação tripessoal ou confissão judaica já existente?
A meta é classificar com precisão o que o versículo verifica, o que uma teologia posterior pode considerar compatível e o que ele não revela.
O que este artigo estabeleceu
Quando lhe perguntam qual é o principal mandamento, Jesus cita a confissão judaica existente: “Ouve, Israel, Hashem nosso Deus, Hashem é um”. Um trinitário pode argumentar que a unidade divina permite distinção pessoal, mas Marcos 12:29 não revela, por si só, três pessoas.
- Verificado: Jesus cita Deuteronômio 6:4 como o principal mandamento.
- Verificado: o Shemá diz que Hashem é o Deus de Israel e que Hashem é um.
- Verificado: Marcos 12 não articula Pai, Filho e Espírito como três pessoas divinas coiguais.
- Possível como teologia cristã posterior: ler distinção tripessoal como compatível com o Shemá.
- Não fundamentado: que Marcos 12:29 revele a Trindade.
A questão que ainda permanece
A doutrina trinitária permanece coerente com o Sinai e a simplicidade divina quando o Shemá, a linguagem contra imagens e a unidade divina controlam o teste?
Por que este livro é o próximo passo
The Trinity vs Absolute Unity: Sinai, Divine Simplicity, and the Limits of Relational Godhood é a continuação adequada. O livro amplia Marcos 12:29 para testar a doutrina trinitária diante do Sinai e da simplicidade divina.
Para aprofundar essa questão, continue com The Trinity vs Absolute Unity: Sinai, Divine Simplicity, and the Limits of Relational Godhood.
