Ponte de evidências
A pergunta é simples: você permitirá que o testemunho de um homem se sobreponha à revelação de uma nação?
Compare o caráter público e nacional da revelação do Sinai com as alegações testemunhais posteriores e teste primeiro a jurisdição, depois a evidência.
O que este artigo estabeleceu
O contraste polêmico entre ‘um homem’ e ‘uma nação’ é simplista demais, pois o cristianismo recorre a várias testemunhas, ao testemunho apostólico e a alegações sobre a ressurreição. A pergunta mais forte da Torá é se algum conjunto posterior de testemunhos pode revisar o Sinai sem antes passar pelos próprios testes de aliança do Sinai.
- Verificado: o Sinai é apresentado como revelação pública de uma aliança nacional.
- Verificado: o cristianismo recorre a mais de um testemunho individual.
- Possível: testemunhos posteriores podem estabelecer acontecimentos históricos genuínos.
- Não estabelecido automaticamente: que testemunhos posteriores tenham jurisdição para transformar as regras da aliança do Sinai.
- Necessário: as alegações cristãs devem passar pelos testes anteriores da Torá, e não presumir autoridade sobre eles.
A questão que ainda permanece
As alegações de autoridade dos Evangelhos permanecem quando são testadas sob a jurisdição estável da Torá, com a questão da autoridade examinada antes da evidência posterior?
Por que este livro é o próximo passo
Este livro amplia o contraste entre testemunho posterior e revelação nacional para realizar uma auditoria da autoridade dos Evangelhos sob a jurisdição da Torá.
Para levar esta investigação ao campo mais amplo, consulte Court Case Jesus: A Torah-Jurisdiction Audit of Gospel Authority Claims. Este livro amplia o contraste entre testemunho posterior e revelação nacional para realizar uma auditoria da autoridade dos Evangelhos sob a jurisdição da Torá.
