Ponte de evidências
O que ‘que Ele não lhes ordenara’ implica para práticas religiosas defendidas apenas pela sinceridade ou pelo simbolismo?
Leia a transgressão de Nadav e Avihu dentro do serviço sagrado regulamentado e delimite até onde seu princípio de autorização pode ser aplicado.
O que este artigo estabeleceu
Levítico 10 condena Nadav e Avihu por apresentarem fogo estranho ‘que Ele não lhes ordenara’. O princípio é severo dentro do serviço sagrado do Mishkan. Não pode ser ampliado honestamente para a alegação geral de que toda prática religiosa sem um versículo explícito seja proibida.
- Verificado: Nadav e Avihu apresentaram fogo não autorizado no serviço sagrado sacerdotal.
- Verificado: a Torá identifica ‘que Ele não lhes ordenara’ como parte da transgressão.
- Princípio sustentado: a sinceridade não autoriza, por si só, mudanças no culto regulamentado.
- Extrapolação não sustentada: portanto, todo costume religioso não ordenado, em qualquer contexto, é proibido.
- Ainda exige prova: qualquer rito posterior que reivindique autoridade para alterar ou substituir o serviço sagrado definido pela Torá.
A questão que ainda permanece
Quais práticas e alegações religiosas sobrevivem quando texto, contexto, aliança, resultado profético e ônus da prova são aplicados de modo uniforme?
Por que este livro é o próximo passo
Este livro transforma a questão da autorização no método das Sete Portas, testando alegações religiosas pelo texto, pelo contexto, pela aliança, pelo resultado profético e pelo ônus da prova.
Para levar esta investigação ao campo mais amplo, consulte The Frans Hansen Seven Gate Torah Verification System. Este livro transforma a questão da autorização no método das Sete Portas, testando alegações religiosas pelo texto, pelo contexto, pela aliança, pelo resultado profético e pelo ônus da prova.
