Ponte de evidências
Onde Deus reuniu a nação da aliança e anunciou publicamente que o Sinai havia sido encerrado?
Compare o caráter público da aliança do Sinai com qualquer alegação posterior de que ela terminou ou teve suas obrigações substituídas.
O que este artigo estabeleceu
O Sinai é apresentado como aliança pública com Israel. O Tanakh registra violação da aliança, exílio, arrependimento e restauração, mas não uma assembleia nacional posterior na qual Hashem anuncie que o Sinai terminou. Um cristão pode argumentar que o cumprimento alterou a administração; essa é uma alegação posterior, não uma revogação registrada na Torá.
- Verificado: o Sinai é apresentado como aliança nacional pública.
- Verificado: o Tanakh registra violação, punição, arrependimento e restauração.
- Verificado: o Tanakh não contém uma cena nacional pública que anuncie o fim do Sinai.
- Alegação cristã possível: o cumprimento messiânico e a nova aliança autorizam uma transição sem uma segunda cerimônia do Sinai.
- Ainda exige prova: que essa transição posterior realmente cancele ou substitua as obrigações da aliança do Sinai.
A questão que ainda permanece
As alegações de autoridade dos Evangelhos permanecem quando a jurisdição estável da Torá e o caráter público da aliança são examinados antes das evidências posteriores?
Por que este livro é o próximo passo
Este livro transforma a pergunta sobre o encerramento do Sinai numa auditoria da autoridade dos Evangelhos, colocando jurisdição da Torá antes da evidência.
Para levar esta investigação ao campo mais amplo, consulte Court Case Jesus: A Torah-Jurisdiction Audit of Gospel Authority Claims. Este livro transforma a pergunta sobre o encerramento do Sinai numa auditoria da autoridade dos Evangelhos, colocando jurisdição da Torá antes da evidência.
