Ponte de evidências
A fidelidade à aliança pode ser atribuída a você sem que a obediência à aliança jamais se torne sua?
Teste a lógica cristã da imputação pelas regras da Torá e de Ezequiel sobre responsabilidade pessoal, arrependimento, justiça e perversidade.
O que este artigo estabeleceu
A imputação cristã possui uma lógica interna: a fidelidade de Cristo à aliança é atribuída ao fiel, que então é chamado a obedecer. A Torá e Ezequiel, porém, mantêm justiça e perversidade atribuíveis à própria pessoa. O mecanismo de transferência precisa ser provado.
- Verificado: a Torá e Ezequiel preservam a responsabilidade pessoal pela justiça e pela perversidade.
- Verificado: o arrependimento pode mudar a condição do pecador.
- Verificado: Gênesis 15 atribui a Abraão sua própria fé como justiça.
- Possível dentro da teologia cristã: união representativa na qual a justiça de Cristo é imputada e a obediência vem em seguida.
- Não sustentado pelos textos determinantes da Torá: transferir a obediência de um ser humano à aliança como justiça jurídica de outro ser humano.
A questão que ainda permanece
O argumento de Romanos se sustenta quando responsabilidade pessoal, arrependimento, sacrifício e os textos usados para culpa ou justiça vicária mantêm sua função na Torá?
Por que este livro é o próximo passo
Este livro amplia a questão da fidelidade imputada para uma análise de Romanos segundo as categorias jurídicas da Torá sobre justiça, responsabilidade e aliança.
Para levar esta investigação ao campo mais amplo, consulte The Book of Romans vs. the Hebrew Bible. Este livro amplia a questão da fidelidade imputada para uma análise de Romanos segundo as categorias jurídicas da Torá sobre justiça, responsabilidade e aliança.
