Ponte de evidências

“A justiça, somente a justiça, perseguirás.” Que tribunal declara o inocente culpado e o culpado justo por transferir o registro moral?

Teste a linguagem de imputação pela responsabilidade pessoal e pelo juízo verdadeiro exigidos pela Torá e pelos Profetas.

O que este artigo estabeleceu

A pergunta de origem usa retórica judicial sobre declarar o inocente culpado e o culpado justo. Os controles mais precisos da Torá são a responsabilidade pessoal e o juízo verdadeiro: Deuteronômio 24 e Ezequiel 18 mantêm a culpa com o pecador, enquanto Provérbios condena absolver o ímpio e condenar o justo. A imputação cristã, portanto, precisa de um argumento de autorização, não de um slogan.

  • Verificado: Deuteronômio e Ezequiel atribuem a responsabilidade moral ao pecador.
  • Verificado: Ezequiel diz que a justiça do justo recai sobre ele e a perversidade do perverso recai sobre ele.
  • Verificado: a Escritura condena absolver o ímpio e condenar o justo como juízo falso.
  • Possível como teologia cristã: imputação representativa ou pactual por meio de Cristo.
  • Não sustentado pelos próprios controles citados da Torá: transferir a justiça moral de um ser humano a outro como mecanismo jurídico decisivo.

A questão que ainda permanece

O argumento de Romanos permanece quando as categorias jurídicas e da aliança da Torá conservam sua função original?

Por que este livro é o próximo passo

Este livro amplia a questão local da imputação para uma análise de Romanos segundo as categorias jurídicas estáveis da Torá.

Para levar esta investigação ao campo mais amplo, consulte The Book of Romans vs. the Hebrew Bible. Este livro amplia a questão local da imputação para uma análise de Romanos segundo as categorias jurídicas estáveis da Torá.