Ponte de evidências
Se o Tanakh apresenta a justiça como prática e chama de “justos” os que herdam a vida, quando alguém diz “ninguém é justo”, qual palavra está sendo qualificada: “justo” ou “ninguém”?
O leitor precisa explicar a questão pelas passagens da Torá ou dos Profetas invocadas por Paulo, por sua função jurídica e pactual original e pelo passo lógico acrescentado em Romanos.
O que este artigo estabeleceu
O Tanakh diz que nenhum ser humano é sem pecado, mas também chama repetidamente certas pessoas de justas e define conduta justa. Romanos 3 não pode ser usado para fazer essas categorias desaparecerem. A questão real é se “ninguém é justo” significa “ninguém é sem pecado” ou “ninguém pode ser verdadeiramente justo”.
- Verificado: o Tanakh ensina que todos os seres humanos comuns pecam.
- Verificado: o Tanakh também chama pessoas específicas de justas e fala de conduta justa.
- Verificado: justiça bíblica não exige alegação de impecabilidade durante toda a vida.
- Leitura cristã possível: Romanos 3 ataca uma perfeição impecável e autossuficiente, em vez de negar todo uso bíblico de “justo”.
- Contradito pelo uso controlador do Tanakh: a alegação mais forte de que literalmente nenhum ser humano pode ser justo no sentido usado pela Torá e pelos Profetas.
A questão que ainda permanece
O que permanece defensável quando Romanos é testado por categorias jurídicas estáveis da Torá e pela função original das passagens invocadas por Paulo?
Por que este livro é o próximo passo
The Book of Romans vs. the Hebrew Bible é a continuação adequada. O livro amplia a distinção entre pecado, justiça e impecabilidade para o argumento jurídico de Romanos.
Para aprofundar essa questão, continue com The Book of Romans vs. the Hebrew Bible.
