Ponte de evidências
Onde Moisés diz: “O Messias morrerá, ressuscitará e assim provará que é o Messias”?
O leitor deve conseguir avaliar essa alegação pelas descrições proféticas do rei e da era messiânica, pelas provas apresentadas e pelos resultados que de fato ocorreram, sem depender de autoridade denominacional nem de slogans contramissionários.
O que este artigo estabeleceu
Moisés fornece testes para profetas, fidelidade à aliança, realeza e fidelidade nacional. Ele nunca afirma que a identidade do Messias seria provada por uma sequência de morte e ressurreição.
- Verificado: Moisés estabelece testes para pretendentes à autoridade religiosa e normas para a realeza.
- Verificado: a Torah nunca diz que um pretendente messiânico será identificado por morrer e ressuscitar.
- Resposta cristã: o critério da ressurreição surge por meio de revelação progressiva.
- Veredito segundo a Torah: essa é uma construção teológica posterior e deve ser testada como tal.
A pergunta que continua aberta
Quando o testemunho de Moisés e dos Profetas é examinado em conjunto, as alegações messiânicas adiadas para uma segunda vinda ainda satisfazem os critérios públicos descritos por essas fontes?
Por que este livro é o próximo passo
Este livro é o próximo passo porque testa o cristianismo contra Moisés e o testemunho coletivo dos Profetas, inclusive as alegações messiânicas adiadas. Ele amplia a mesma pergunta sobre critérios públicos sem deslocar o ônus da prova.
Para examinar o testemunho profético coletivo, continue com The Warnings of the Prophets: Why Christianity Fails the Collective Prophetic Witness of Israel. O livro testa as alegações cristãs contra os critérios de Moisés e dos Profetas.
